Sua marca precisa funcionar fora do arquivo
O caminho comum é este: o estúdio entrega o logo em PNG e some. Meses depois, quem vai fazer o site recebe só esse arquivo e resolve do jeito que dá. O cliente paga duas vezes por duas coisas que não conversam.
Marca que para no arquivo não é marca — é desenho. Ela só existe de verdade quando sobrevive à tela do sistema, ao formulário, ao crachá e ao relatório que alguém imprime na segunda-feira.
Por isso eu desenho pensando em onde a marca vai parar. Antes de criar, a gente entende: o que a organização faz, com quem ela fala e em que superfícies isso precisa aparecer.
Quando faz sentido
Você reconhece isto?
- Você vai começar do zero, ou tem um logo que nunca foi feito por um designer.
- A marca muda de cara dependendo de quem faz a peça.
- Cada apresentação nova começa do branco.
- Ninguém sabe qual é a cor certa, e cada arquivo tem uma versão diferente.
- Você precisa se sustentar na mesa da prefeitura, do conselho ou do patrocinador.
Feito assim
Ver todosIdentidade visual e sistema de apresentação para um instituto que atende 5 mil pessoas por ano e precisa se sustentar na mesa da prefeitura, do conselho e do patrocinador.

Rebranding de um escritório com vinte anos em Osasco que vive de indicação — e cuja marca dourada não falava com quem ele atende.

O que você recebe
Identidade visual
- Conceito — a ideia que sustenta o desenho, escrita em uma página
- Símbolo e logotipo, com as variações que o uso real exige
- Paleta com os valores fechados para tela e impressão
- Tipografia definida, com hierarquia de uso
- Manual de aplicação, incluindo a página de o que não fazer
- Arquivos abertos e fechados, organizados para você usar sem depender de mim
A página o que não fazer é a que faz o manual ser usado. Sem ela, cada pessoa que aplica a marca decide sozinha o que é aceitável — e a regra só aparece depois que alguém já errou.