Sobre a 33
Quem atende é quem faz
Sou o Danilo. Vim do design e do audiovisual, e hoje entrego marca e sistema. Trabalho sozinho, com inteligência artificial — e digo isso na primeira linha porque é o argumento, não um detalhe a esconder.
Não existe telefone sem fio aqui. Quem ouve o problema é quem desenha a marca, e é quem escreve o código da tela onde ela vai parar.
Trabalho de Osasco, atendo São Paulo, e o resto do Brasil por chamada. O cliente que me ocupa há mais tempo é uma organização social daqui de Osasco que administra seis creches — e boa parte do que eu aprendi sobre fazer marca e sistema conversarem veio de lá.
Por que isso importa
O caminho comum é este: o estúdio entrega o logo e some. Meses depois, a software house chega, não recebeu nada além de um PNG, e resolve do jeito dela. O cliente paga duas vezes por duas coisas que não conversam.
Marca que para no arquivo não é marca — é desenho. Ela só existe de verdade quando sobrevive à tela do sistema, ao formulário, ao relatório que alguém imprime na segunda-feira.
Como eu trabalho
Antes de criar, a gente entende. É a primeira das quatro etapas do Método 33 — entender, estruturar, criar e implementar — e é a que mais muda o resultado.
A etapa de entender é a que ninguém copia, porque não é arquivo: é a descoberta que muda o rumo do projeto. Nos projetos que eu mais gosto, ela apareceu antes de qualquer traço.